Volvo Brasil Motores e Veículos S. A.


Índice da página

1 – Histórico
2 – Dados da empresa
3 – Lista de chassis
  3.1 – Chassis para ônibus
3.2 – Projetos especiais

Histórico

Volvo

Anos 70

Volvo

1977
Em 24 de outubro de 1977, foi constituída a Volvo do Brasil Motores e Veículos S.A., dando início à uma nova fase na história da marca no País, depois das importações nos anos 30 a 60. Além da proximidade do Porto de Paranaguá e do parque de autopeças de São Paulo, os empresários suecos encontraram em Curitiba boas escolas técnicas e mão-de-obra especializada. O sueco Tage Karlsson (foto) foi o primeiro diretor-superintendente da empresa.Nesse mesmo ano era fundada a Volvo Penta do Brasil, no Rio de Janeiro.

1979
A fábrica estava quase pronta em 1979, quando os primeiros empregados, que trabalhavam no escritório, no centro de Curitiba, foram transferidos para as novas instalações, na CIC – Cidade Industrial de Curitiba. Nessa época, atendendo à nova política de descentralização industrial do Governo Federal, o estado do Paraná desenvolveu um arrojado projeto de cidade industrial pré-planejada, distante do centro urbano de Curitiba e com toda infra-estrutura para instalação de indústrias, como: energia, telecomunicações, vias pavimentadas para acesso rápido à cidade, etc. Nesse ano, começa a produção da Volvo no Brasil com motores e chassis de ônibus B58, com motor central entre-eixos, caixa automática e opção de chassi articulado. No Rio de Janeiro, a Volvo Penta inicia a marinização dos motores AQB41.

Anos 80

Volvo

1980
O Presidente da República, João Figueiredo, inaugurou a nova fábrica, oficialmente, em 4 de dezembro de 1980. Foram feitos estudos sobre as exigências legais do País e as necessidades e tendências do mercado para identificar qual o tipo de veículo seria mais adequado para o transporte rodoviário de cargas no Brasil. A decisão final foi a escolha do caminhão global da série "N", vendido na Europa, América do Norte, outros países da América do Sul, Ásia e Austrália. Então, começa a ser produzido o caminhão pesado N10, com motor de 10 litros e, um ano mais tarde, iniciou-se a produção do caminhão pesado N12, com motor de 12 litros, formando a base da linha de produtos oferecida pela marca ao mercado brasileiro.

1981
A empresa logo percebeu que seria difícil convencer os transportadores de que haveria, em curto espaço de tempo, uma ampla rede de concessionários para prestar atendimento de pós-venda a eles. Veio, então, uma solução criativa e inovadora para a época: a criação do Voar – Volvo Atendimento Rápido (em junho de 1981), oferecendo atendimento emergencial, 24 horas por dia, para todos os veículos da marca, em qualquer ponto do País. No início, eram comuns relatos de mecânicos que viajavam da fábrica ou de algum concessionário utilizando aviões e até barcos para chegar ao local de atendimento. Nesse ano a Volvo Penta marinizou o primeiro motor náutico à álcool do mundo, o AQE41.

1983
Em 1983 foi lançado o Velox, sistema de entrega emergencial de peças de reposição que propunha entregar peças em qualquer capital do País em prazos reduzidos. Era mais uma forma de cativar os transportadores e fazê-los acreditar na seriedade da marca. No mesmo ano, foi lançado o motor TD100G, com maior potência e torque, e menor consumo de combustível. Outro lançamento importante foi o dos ônibus B58E 4×2 e 6×2. Tratava-se de uma versão mais moderna do B58, que atendia os níveis de emissões exigidos pela legislação ambiental do País para os próximos anos – por isso o "E", de "ecológico". A Volvo Penta introduziu os motores MD13 e MD16, a diesel.

1984
Novas modificações na linha de caminhões chegaram em 1984, com o lançamento de uma linha composta por três faixas de aplicação: os caminhões N10 e N12 passavam a receber novas identificações que os classificavam em "H" (heavy), "XH" (extra heavy) e "XHT" (extra heavy tandem).  Na Brasil Transpo – maior feira especializada em transporte do país – daquele ano, também foi lançado o primeiro caminhão pesado a álcool do País – um N10 XHT -, demonstrando a versatilidade da marca para adequar seus produtos às necessidades do Brasil.

1985
O ano de 1985, trouxe outras novidades, como o lançamento da série F de motores, equipando a nova linha de caminhões Intercooler, denominados também de "faixa preta", devido às faixas decorativas laterais e ao seu excelente desempenho. O Intercooler (resfriador do ar de admissão do turbo para o motor) foi uma das diversas inovações tecnológicas que a Volvo trouxe ao País, induzindo outros fabricantes a adotar soluções semelhantes em seguida. Com esse lançamento, a Volvo passava a disponibilizar a maior linha de caminhões pesados do Brasil. Nasce a Associação Viking dos funcionários da Volvo. Em junho daquele ano, foi anunciada a sucessão no comando da empresa, com Tage Karlsson deixando seu cargo no final do ano e Mats-Ola Palm assumindo a presidência a partir de janeiro de 1986. A Volvo Penta introduziu o VP229, que podia ser usado como motor de centro ou rabeta em embarcações.

1986
Em dezembro de 1986, foi apresentado o chassi de ônibus B10M, ônibus mundial, agora produzido no Brasil; não havia outro veículo que se comparasse a ele no mercado brasileiro. No mesmo ano, a fábrica aumenta sua produção com investimentos da ordem de 1,7 milhões de dólares para a construção de novos prédios. Em 1986, o País estava sob a égide do Plano Cruzado – um novo plano de recuperação da economia, lançado pelo presidente José Sarney, que mudou o nome da moeda de Cruzeiro para Cruzado. Nesse período, há uma escassez de peças no mercado, o que levou ao acúmulo de mais de 200 caminhões incompletos no pátio. Mas isso não impediu que se comemorassem marcas históricas, como o chassi número três mil, em abril, e do caminhão número dez mil.

1987
Em 1987, para comemorar seus dez anos de instalação no País, a empresa lança o Programa Volvo de Segurança nas Estradas, que, em seguida, teve seu nome alterado para Programa Volvo de Segurança no Trânsito. Para a Volvo, mais do que uma nova oportunidade de atuar junto à comunidade, através de um tema que está entre os seus valores essenciais – qualidade, segurança e meio ambiente -, o Programa Volvo de Segurança no Trânsito era uma contribuição efetiva para despertar a sociedade para a gravidade da situação do País nessa área. Nesse mesmo ano, a Volvo fez uma associação mundial com a Michigan e a Euclid, dando origem à VME Equipamentos de Construção, que já tinha fábrica em Pederneiras, SP.

1988
Dentro da Volvo, nasce a Primeira Comissão de Fábrica das empresas da Cidade Industrial de Curitiba. Após a elaboração de seu primeiro estatuto – discutido com o Sindicato e votado e aprovado pelos empregados, consolidou-se como Comissão de Fábrica, a partir de dezembro de 1987. No início de 1988, foram eleitos os integrantes da Comissão, que passaria a ser o principal porta-voz dos empregados nas negociações trabalhistas com a empresa.

1989
Na contramão do pessimismo, a Volvo do Brasil continuava apostando no País, lançando produtos em meio a crises econômicas e apostando na recuperação da economia. Em 1989, a empresa realizou o maior evento de sua história até então: a Volvo do Brasil Truck Convention, quando  aconteceu o lançamento da linha de caminhões NL, formada pelos caminhões NL10 e NL12. No entanto, nem tudo são negócios no dia-a-dia de uma empresa atenta à responsabilidade social. Em 1989, foi criada a Fundação Solidariedade, instituição que mantém dezenas de jovens adolescentes em uma área próxima de Curitiba, oferecendo-lhes casas-lares, com "pais-sociais", educação e preparo para ingresso na vida profissional e na vida adulta. Introdução do motor Volvo Penta TAMD122, feito a partir do motor dos caminhões Volvo. Nesse mesmo ano, nova troca no comando na empresa: Bengt Calén assume a presidência.

Anos 90

Volvo

1991 
A abertura das importações favorece a volta dos automóveis Volvo ao País. Em fevereiro de 1991, chegam ao Brasil os 26 primeiros automóveis Volvo 960, importados da Suécia pela Volvo Car do Brasil. Nesse ano, entram em operação os ônibus Volvo B58 Ligeirinhos. O modelo de embarque em plataforma aboliu as escadas do ônibus e diminuiu muito o tempo de embarque e desembarque dos passageiros. Suas estações-tubo tornaram-se um cartão-postal da cidade de Curitiba.No final desse ano, a presidência da Volvo do Brasil foi assumida por Carl Lindeström.

1992 
Com 25 metros de comprimento e capaz de transportar 250 passageiros por viagem, os biarticulados deram um novo fôlego ao sistema de transporte de passageiros de Curitiba. O sistema de transporte de Curitiba já havia se consolidado – no início dos anos 90 – e a demanda de passageiros continuava crescendo. Nesse período, a cidade passou a contar com os ônibus biarticulados, especialmente desenvolvidos pela Volvo do Brasil, e até hoje sem similares no mundo. Inicialmente desenvolvidos sobre chassis B58 e mais tarde sobre os B10M e B12M. Com sua grande capacidade, os biarticulados melhoraram a qualidade de vida das grandes cidades, por meio de um transporte mais eficiente. Além disso, trouxeram ganhos ambientais, pois diminuíram a emissão de poluentes por passageiro transportado.

1993
Com a abertura às importações, a Volvo anunciou a chegada dos caminhões FH12 de cabine avançada da Suécia. Com isso, foi a primeira montadora a introduzir caminhões com motor eletrônico no Brasil. Ainda em 93, a Volvo adquiriu o Transbanco (Banco de Investimentos S.A.) a fim de operar na captação de recursos para o financiamento de produtos da marca. Esse foi o embrião da atual Volvo Serviços Financeiros, que mais tarde assumiu o controle daquela instituição financeira.

1994
Com o sucesso do FH12, a Volvo decidiu importar também o moderno chassi de ônibus B12, o primeiro da montadora com motor traseiro.  O mercado passava o contar com uma nova possibilidade para aquisição dos produtos da marca, com a criação do Consórcio Nacional Volvo. Na fábrica, os funcionários ganharam a Vikingprev, um pioneiro plano de previdência privada em que a Volvo passou a investir cotas para garantir um futuro mais tranquilo aos seus empregados. O pós-venda lançou o sistema de Unidades à Base de Troca, pelo qual os frotistas podem trocar um item avariado por outro remanufaturado na fábrica. Os custos são mais acessíveis, com garantia e padrão de qualidade de fábrica. Nesse ano, a produção comemorou a usinagem de 50 mil motores em Curitiba.

1995
Em 1995, quando se comemorava a produção do caminhão número 50 mil, outro recorde histórico era estabelecido com a venda, em um só mês – março -, de 819 caminhões. Em uma decisão histórica, em maio daquele ano, a Volvo foi pioneira em todo o País ao adotar a jornada de trabalho de 40 horas semanais para empregados da produção. Da mesma forma, foi a primeira montadora brasileira a definir um sistema de participação dos empregados nos resultados. Nesse ano, a Volvo comprou a totalidade da participação da VME, dando origem à Volvo Equipamentos de Construção.  No Brasil, os negócios de equipamentos de construção da marca eram divididos entre Campinas, SP (comercial) e Pederneiras, SP (industrial).

1996 
Em 1996, a Volvo lançou a linha de caminhões EDC – Electronic Diesel Control em três faixas de potência: 320, 360 e 410 CV. Seu novo gerenciador eletrônico de injeção de combustível garante maior desempenho, economia de combustível, menor custo operacional e menor emissão de poluentes. A certificação ISO 9000 foi obtida também em 1996, ano em que o programa de formação e treinamento de mecatrônicos – mecânicos com profundos conhecimentos em eletrônica – estendeu-se para toda a América do Sul, com profissionais treinados pela fábrica para assegurar perfeita manutenção dos novos caminhões eletrônicos.

1997 
Em 1997, foi lançado o ônibus B12B, uma versão especial para o mercado brasileiro do B12, originalmente importado até então.  Com o programa Factory 99 – lançado em 1997 -, a empresa aprimora o sistema de gestão de sua planta para as mudanças que aconteceriam nos anos seguintes, preparando-se para o novo século/milênio. Inaugurada naquele ano, a fábrica de cabines de Curitiba, a terceira do grupo Volvo no mundo, possuía a mais moderna tecnologia, incluindo 12 robôs na linha de produção, moderno sistema de pintura e utilização de materiais nobres, como aços leves e de alta resistência, além de tintas ambientalmente adequadas.

1998
A nacionalização dos caminhões FH12, que passaram a ser produzidos no Brasil em 1998, marcou uma nova fase na história da empresa. Os produtos brasileiros passaram a ter exatamente a mesma plataforma tecnológica da Europa. Ulf Selvin assume a presidência da Volvo em janeiro. A Volvo Construction Equipment brasileira passou a ser responsável pelos negócios na área de equipamentos da marca, em toda a América do Sul. A novidade vinha acompanhada da introdução das motoniveladoras, ocorrida com a compra da canadense Champion em 1997, e de escavadeiras, a partir da aquisição da coreana Samsung Heavy Industries, em 1998. Na fábrica de Curitiba, foi introduzido o conceito de Equipes Autogerenciáveis – EAGs: grupos com autonomia para coordenar as atividades do dia-a-dia, com um mínimo de supervisão. O modelo das EAGs é herdeiro das bem-sucedidas experiências nas fábricas suecas da Volvo Cars em Kalmar e Udevalla, nos anos 70.

1999
Lançado o NH12, versão "nariguda" do FH12, completando a atualização da linha de produtos iniciada um ano antes. Os modelos da "linha H" eram caminhões com a mais avançada tecnologia de eletrônica embarcada. Foram os primeiros a ter computador de bordo, com uma tela que informava ao motorista todos os dados sobre o veículo.  Em 1999, a fábrica de motores Volvo, em Curitiba, foi totalmente modernizada. A planta era a única a produzir os motores da marca fora da Suécia.Nesse ano, a área comercial da Volvo Equipamentos de Construção foi transferida de Campinas, SP para Curitiba, PR, integrando-se definitivamente à estrutura de negócios da Volvo do Brasil. O mesmo aconteceu com a Volvo Penta.A Volvo Serviços Financeiros realizou suas primeiras operações de Leasing.
2001 Fazer "test-drive", antes de adquirir um equipamento de construção Volvo, tornou-se possível a partir da inauguração do Centro de Demonstrações da Volvo CE em Curitiba.  Surge também o Centro de Entregas Volvo: os proprietários – ou seus motoristas – retiram seus novos caminhões diretamente na fábrica, onde recebem cursos de direção segura e direção econômica, além de conhecer a produção e fazer "test-drive" nos veículos em pistas de demonstração. Outra ferramenta lançada em 2001 foi o Trip Manager, um software que permite ao frotista baixar dados do computador de bordo dos caminhões para os computadores (PCs) da empresa. Nesse ano, o Grupo Volvo comprou a Renault e a Mack Caminhões, criando uma estrutura global multimarcas. No Brasil, acontecia uma nova mudança de comando: Peter Karlsten assumiu a presidência da Volvo no País.

Anos 2000

Volvo

2002 
Ao completar 25 anos de Brasil, a série especial de caminhões "25 anos" presenteava os transportadores com um veículo especial.  Além de faixas decorativas, a série trazia vários equipamentos de conforto e segurança, como o climatizador e pára-lamas anti-spray. A fábrica de Curitiba introduziu, pela primeira vez, conceitos de manufatura enxuta, otimizando processos, diminuindo estoques e gerando espaços na área fabril. Era o embrião do VPS – Volvo Production System, conceito que viria a ser adotado globalmente mais tarde. Surgia nesse ano o primeiro seguro de fábrica para caminhões, um produto da Volvo Serviços Financeiros.

2003
Numa mudança de posicionamento de mercado, a Volvo decide ampliar sua linha de caminhões, introduzindo os semipesados Volvo VM 17 e VM 23, ambos com chassi rígido, nas versões 4×2 e 6×2. Em ônibus, a introdução do chassi B12R levou muita eletrônica embarcada para as estradas, com a introdução do computador de bordo e do software trip manager para ônibus. A linha de caminhões pesados foi inteiramente renovada, com a introdução de novas versões do FH, NH e FM.Em equipamentos de construção, as novidades eram o caminhão articulado A30D e a carregadeira L220D.Na Volvo Serviços Financeiros uma nova opção de Leasing Operacional passou a ser oferecida.Em 2003, Tommy Svensson assumiu a presidência da Volvo do Brasil.

2004
Nesse ano, a Volvo do Brasil lançou o maior ônibus do mundo: o B12M biarticulado com 27 metros de comprimento e capacidade para 270 passageiros. Baseada em sua tecnologia eletrônica, a empresa lançou o Volvo Link, sistema de rastreamento via satélite original de fábrica, que permite acompanhar e comandar remotamente a operação dos veículos. Através da internet, pode-se verificar a posição exata de qualquer caminhão da transportadora em tempo real, interagindo com o veículo e o motorista em situações emergenciais.

2005 
O caminhão FM 8×4, dirigido a segmentos de mineração e construção, foi lançado no segundo semestre de 2005, quando também foram introduzidos os novos VM cavalo mecânico 4×2 e rígido 6×4. Em 2005, a Volvo do Brasil realizou a maior venda de ônibus do mundo: 1.779 unidades para o sistema Transantiago, que começou a operar em Santiago, no Chile; em outubro, com as primeiras 1.100 unidades de um total de 1.159 articulados B9 SALF produzidos no Brasil e 620 ônibus B7 RLE convencionais fabricados na Suécia. Através do portal Volvo Express, os clientes da Volvo Serviços Financeiros passaram a acompanhar em detalhes seus negócios com a instituição, via web.

2006 
Nova renovação na linha FH/FM, com novos motores mais potentes e econômicos e nova tranmisssão I-Shift, para 60t. É a linha Total Performance. Em 2006, foi produzida a última unidade do modelo NH, de cabine "nariguda". Com isso encerrou-se um ciclo iniciado com os modelos N, NL e NH, em 26 anos de fabricação.A linha de escavadeiras ganhou um novo modelo: a EC700B é a maior da marca, com capacidade para 70t. A linha de motoniveladoras também foi atualizada, com a introdução da série G900. Destaque também para um novo modelo de carregadeiras: L150E. Em Pederneiras, foi construída novas linhas de montagem de eixos e escavadeiras.

2007 
No ano em que comemora 30 anos no Brasil, a Volvo festeja também 80 anos no mundo.  O Programa Volvo de Segurança no Trânsito celebra 20 anos de atuação. A linha de equipamentos de construção foi ampliada com a introdução das Minicarregadeiras, produzidas em Pederneiras-SP para o mundo todo. Em ônibus, houve o lançamento do B9R, que introduziu um nível de eletrônica embarcada e segurança jamais vistos em ônibus no continente. Destaque para o câmbio automatizado I-Shift, que passou a estar disponível também no B12R. Foi lançado também o caminhão FM10x4, que transporta até 50t em operações de construção e mineração, projetado especialmente para a Vale. 104 unidades foram vendidas para a mineradora.

2008
A Volvo ampliou mais uma vez a sua linha de equipamentos com a introdução de uma família de compactadores para pavimentação de ruas, pátios e estradas. Em setembro a companhia foi eleita como "A melhor empresa para trabalhar no Brasil", pelo prestigiado ranking das revistas Exame – Você S/A, da editora Abril.

2009
Com o lançamento de uma linha de miniescavadeiras e retroescavadeiras a Volvo consolida sua participação no segmento de equipamentos de construção compactos. Em ônibus, o destaque do ano foi a venda de 100 biarticulados B9SALF para a cidade de São Paulo. Com piso totalmente baixo, estes veículos não têm degraus para embarque e desembarque, trazendo muito mais segurança e conforto aos passageiros.
Em caminhões, a Volvo introduziu revolucionárias tecnologias de segurança jamais vistas em veículos comerciais no país. Destaque para o controle eletrônico de estabilidade (ESP), que reduz a possibilidade de derrapagem e capotagem; piloto automático inteligente (ACC), que freia o caminhão sozinho para evitar colisões e monitoramento da faixa de rodagem (LKS), que alerta o motorista caso o veículo saia da faixa de rodagem por desatenção.
2009 encerrou com a conquista pela Volvo do Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ), o mais importante reconhecimento à excelência em gestão no Brasil. 

2010
A Volvo Penta lança novos motores IPS, com potências de 1050 e 1200 hp, apresentados durante o tradicional Rio Boat Show. No segmento de ônibus rodoviários a Volvo passa a oferecer uma nova versão 8×2 do chassi B12R, especial para carrocerias “double-decker”. Outro destaque foi a importação de um ônibus híbrido Volvo 7700 para demonstrações nas cidades de Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. O veículo, que poderá ser produzido no Brasil no futuro, utiliza dois motores – um elétrico e um diesel – numa tecnologia que permite reduzir o consumo de combustível em até 35% e as emissões em até 90%, em comparação com os ônibus atuais. A Volvo Equipamentos de Construção lança um novo site para o aluguel de máquinas da marca. Em caminhões, as novidades são a série especial “Athor”, do caminhão VM, e o caminhão fora de estrada FMX, projetado para operações severas, como construção, mineração e cana de açúcar.

Fonte: Volvo

2012

A Volvo lança a "Caravana Volvo" que percorre o Brasil apresentando a nova linha de chassis 2012.
Twitter: @CaravanaVolvo
Facebook: Facebook.com/CaravanaVolvo


Dados da empresa

Nome: Volvo Brasil Motores e Veículos S. A.
Fundação: 24 de Outubro de 1977 (Brasil)
Endereço da fábrica: Av. Juscelino Kubitscheck de Oliveira, 2600 / Curitiba-PR
Fone: (41) 3317-8111 / 0800 41 1050
Site: www.volvo.com.br


Em produção
Motor Traseiro B215LH – Híbrido Piso-Baixo (160cv + 215cv) (A partir de 2013)
Motor Traseiro B215RH – Híbrido Urbano (160cv + 215cv) (A partir de 2013)
Motor Dianteiro B270F (270cv) (A partir de 2013EURO 5
Motor Traseiro B290R (Urbano/Piso Baixo) (290cv) (A partir de 2013EURO 5
Motor Traseiro B290R (Rodoviário) (290cv) (A partir de 2013EURO 5
Motor Traseiro B310R (Rodoviário) (300cv) (A partir de 2014EURO 5
Articulado B340M Articulado (340cv) (A partir de 2013EURO 5
Biarticulado B340M Biarticulado (340cv) (A partir de 2013EURO 5
Motor Traseiro B340R 4×2 (330cv) (A partir de 2013EURO 5
Articulado B360S Articulado (360cv) (A partir de 2013EURO 5
Biarticulado B360S Biarticulado (360cv) (A partir de 2013EURO 5
Motor Traseiro B380R 4×2 (370cv) (A partir de 2013EURO 5
Motor Traseiro B380R 6×2 e 8×2 (370cv) (A partir de 2013EURO 5
Motor Traseiro B420R 6×2 e 8×2 (410cv) (A partir de 2013EURO 5
Motor Traseiro B450R 6×2 e 8×2 (450cv) (A partir de 2013EURO 5
Fora de Linha
Motor Central B58 4×2 e 6×2 (275cv)
Articulado B58 Articulado (250cv)
Articulado B58 Articulado (275cv)
Biarticulado B58 Biarticulado (285cv)
Motor Central B58 4×2 – Versão 1988 (224cv)
Motor Central B58 4×2 – Versão Ciferal Padron (224/250cv)
Motor Central B58 Urbano 4×2 (260cv)
Motor Central B58 Rodoviário 4×2 – Versão 1980 (250cv)
Motor Central B58 Rodoviário 4×2 – Versão 1983 (250cv)
Motor Central B58 ECO (224cv)
Motor Central B58 ECO (248cv)
Motor Central B58 ECO (275cv)
Articulado B58 ECO Articulado (245cv)
Motor Traseiro B7R 230 (Urbano/Piso Baixo) (230cv)
Motor Traseiro B7R 230 (Rodoviário) (230cv)
Motor Traseiro B7R 260 (Urbano/Piso Baixo) (260cv)
Motor Traseiro B7R 260 (Rodoviário) (260cv)
Motor Traseiro B7R 285 (Urbano/Piso Baixo) (285cv)
Motor Traseiro B7R 285 (Rodoviário) (285cv)
Motor Traseiro B7R 290 (Urbano/Piso Baixo) (290cv) (De 2008 até 2012)
Motor Traseiro B7R 290 (Rodoviário) (290cv) (De 2008 até 2012)
Motor Central B9 SALF (340cv)
Articulado B9 SALF Articulado (360cv) (De 2008 até 2012)
Motor Traseiro B9R (340cv/380cv) (De 2008 até 2012)
Motor Central B10M (285cv)
Motor Central B10M 4×2 e 6×2 (305cv)
Motor Central B10M 4×2 e 6×2 (310cv)
Motor Central B10M 4×2 e 6×2 (340cv)
Articulado B10M Articulado (340cv)
Biarticulado B10M Biarticulado (285cv)
Motor Central B10M EDC (245cv)
Motor Central B10M EDC (285cv)
Motor Central B10M EDC 4×2 e 6×2 (340cv)
Articulado B10M EDC Articulado (285cv)
Articulado B10M EDC Articulado (340cv)
Biarticulado B10M EDC Biarticulado (285cv)
Biarticulado B10M EDC Biarticulado (340cv)
Articulado B10M ECO Articulado (245cv)
Articulado B12M Articulado (340cv) (De 2004 até 2011)
Biarticulado B12M Biarticulado (340cv) (De 2004 até 2011)
Motor Traseiro B10R 4×2 e 6×2 (340cv)
Motor Traseiro B10R 4×2 e 6×2 (360cv)
Motor Traseiro B12B 360 4×2 e 6×2 (356cv)
Motor Traseiro B12B 400 4×2 (396cv)
Motor Traseiro B12B 400 6×2 (396cv)
Motor Traseiro B12R 4×2 e 6×2 (340cv)
Motor Traseiro B12R (380cv/420cv) (De 2003 até 2011)
Motor Dianteiro B270F (260cv) (De 2011 até 2012)
Motor Traseiro B290R (Urbano/Piso Baixo) (290cv) (De 2011 até 2012)
Motor Traseiro B290R (Rodoviário) (290cv) (De 2011 até 2012)
Articulado B340M Articulado (340cv) (De 2011 até 2012)
Biarticulado B340M Biarticulado (340cv) (De 2011 até 2012)
Motor Traseiro B340R (340cv) (De 2011 até 2012)
Articulado B360S Articulado (360cv) (De 2011 até 2012)
Biarticulado B360S Biarticulado (360cv) (De 2011 até 2012)
Motor Traseiro B380R 4×2 (380cv) (De 2011 até 2012)
Motor Traseiro B380R 6×2 e 8×2 (380cv) (De 2011 até 2012)
Motor Traseiro B420R (420cv) (De 2011 até 2012)

Ônibus Híbrido (160cv + 210cv) [Exportação/Teste Nacional]