Mini Enciclopédia do Transporte Coletivo – Letra F

Fábrica
Estabelecimento, indústria onde se fabrica alguma coisa.
Faixa Horária
Período de tempo determinado para a fixação de horários de partidas ordinárias a cada transportadora, em ligação efetuada por mais de uma, com resguardo de intervalo mínimo entre as partidas e estabelecimento de vagas para a ampliação de freqüência. (Decreto Estadual nº 12.601/80-SC)
Farol
Lanterna de automóvel – luz alta, luz baixa (Figura F001).
Farol

Figura F001 – Farol do ônibus.
Fonte: foto feita por César Mattos.
Fênix
Modelo de carroceria de ônibus urbano da Ciferal.
Fibra
Cada um dos filamentos que, dispostos em feixes, constituem os tecidos dos animais e vegetais ou certas substâncias minerais; filamento.
Fim da Linha
Ponto terminal de alguma linha de ônibus específica onde encerra a volta. Se a linha não for circular é obrigatório que todos os passageiros desembarquem no final (Figura F002).
Fim da linha

Figura F002 – Exemplo de um ponto final de linha, da Vianova em Canoas-RS.
Fonte: foto feita por César Mattos.
Fiscal
Pessoa encarregada da fiscalização de certos atos ou da execução de certas disposições. O fiscal costuma ficar nos terminais com a tabela horária dos carros e conferindo se o carro saiu no horário.
Foca
Marca de Ar-Condicionado e peças para carrocerias de ônibus.
Fofão
Modelo de carroceria de ônibus urbano de dois andares da Thamco.
Folha
Parte móvel de uma porta. Cada retângulo da porta é uma folha. Exemplo de portas com uma, duas ou três folhas na Figura F003.
Portas

Figura F003 – Exemplo de quantidade de folhas nas portas respectivamente 1, 2 e 3.
Fonte: foto feita por César Mattos.
Ford
Fábrica multinacional de carros e caminhões. Chegou a fabricar chassis para ônibus na década de 90. Os motores usados nos chassis de ônibus da Ford eram MWM.
Foz
Modelo de carroceria de micro ônibus da Caio.
Fratello [Fratélo]
Modelo de carroceria de micro ônibus da Marcopolo.
Free-Way
Auto estrada de dois sentidos com várias faixas, via expressa de alta velocidade.
Freio
É um tipo de mecanismo que permite controlar o movimento de aceleração de um veículo ou de uma máquina, de modo a retardar ou parar seu movimento e/ou impedir que o movimento seja reiniciado. Em geral o freio dos ônibus são a tambor, mas salvo alguns carros mais leves e veículos especiais que usam freio a disco (Figura F004).
Freio

Figura F004 – Exemplo do sistema de freio de um Microônibus.
Fonte: foto feita por César Mattos.
Freio a disco
é constituído por duas sapatas laterais. Quando se aperta a alavanca de freio no guidão, as sapatas são pressionadas contra a roda. A área de atrito é relativamente pequena, apenas do tamanho tamanho da sapata.
Freio a tambor
Na maioria dos sistemas de freio a tambor que são utilizados atualmente, existem apenas um eixo excêntrico e por isso o desgaste nas sapatas do freio se dão de maneira irregular. A sapata que tem o maior efeito de frenagem é chamada de "sapata principal" e, obviamente, sofrerá um desgaste maior em relação a outra sapata que é chamada de "sapata de arrasto". Devido a sua posição no sistema, a sapata de arrasto é empurrada pela rotação do tambor impossibilitando-a de ter a mesma eficiência que a sapata principal que estará trabalhando justamente ao contrário da rotação do tambor. Após soltarmos o manete ou o pedal do freio, as sapatas retornaram a sua posição original devido as molas de retorno contidas entre elas.
Freio Estacionário
Freio de estacionamento. O freio de estacionamento possui uma alimentação independente do freio de serviço e quando o motorista movimenta a alavanca de comando (manequim mostrado na Figura F005) libera o ar que atuará nas câmaras de freio estacionamento, que por sua vez, movimentará o excêntrico em forma de "S", liberando as rodas do veículo. Se cair a pressão da linha de estacionamento, por exemplo, as sapatas se abrem e bloqueiam as rodas.
Freio estacionário

Figura F005 – Alavanca acionadora do freio estacionário, situado no painel de instrumentos.
Fonte: foto feita por César Mattos.
Freio Motor
Freio de Serviço. Sendo o motor uma bomba de ar, e estando sua entrada fechada pela borboleta de aceleração, ele fará resistência ao deslocamento do veículo, como um freio – daí o nome freio-motor. A resistência decorre da enorme depressão gerada no interior dos cilindros, sendo essa depressão usada pelo sistema de assistência ao freio de serviço.
Freqüência
Número de viagens em cada sentido, numa linha, em um período de tempo definido. (ANTT, 2009)
Frequência
Número de viagens ordinárias e diárias, em cada sentido, de uma linha. (Decreto Estadual nº 12.601/80-SC)
Fretado
Ônibus alugado para fazer uma linha regular. Geralmente é utilizado por empresas grandes, que ao invés de pagar vale transporte aos funcionários, prefere alugar um ônibus para trazer e levar os funcionários de casa para a empresa.
Fretamento
Ato de fretar – empresa que tem ônibus fretado.
Fretamento contínuo
É o serviço prestado a pessoas jurídicas para o transporte de seus empregados, bem como a instituições de ensino ou agremiações estudantis para o transporte de seus alunos, professores ou associados, estas últimas desde que legalmente constituídas, com prazo de duração máxima de doze meses e quantidade de viagens estabelecidas, com contrato escrito entre a transportadora e seu cliente, previamente analisado e autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). (ANTT, 2009)
Fretamento eventual ou turístico
É o serviço prestado à pessoa ou a um grupo de pessoas, em circuito fechado, com emissão de nota fiscal e lista de pessoas transportadas, por viagem, com prévia autorização ou licença da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ou órgão com ela conveniado. (ANTT, 2009)
Frete
Importância a cobrar pelo transporte de bagagem não incluída em franquia. (Decreto Estadual nº 12.601/80-SC)
Friso Lateral
Linha lateral, geralmente de borracha, que divide a blusa e saia da lateral do ônibus. Em muitos casos ele mostra a divisão do chão interno, como destacado na Figura F006.
Friso lateral

Figura F006 – Demonstrativo do friso lateral destacado na imagem.
Fonte: foto feita por César Mattos.
Frota
Coletivo de veículos, no caso, ônibus (Figura F007).
Frota

Figura F007 – Imagem ilustrativa de uma frota.
Fonte: foto feita por César Mattos.
Frota Nominal
Quantidade de veículos estabelecida para a operação da linha, nela incluída a parcela que deve ser mantida em reserva ou revisão periódica. (Decreto Estadual nº 12.601/80-SC)
Furcare
Modelo de carroceria de ônibus rodoviário da Nimbus.
FW
1) Abreviação de Free-Way. 2) Abreviação de FORWARD – palavra em inglês que quer dizer adiante, depois, repassar, etc.

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